Dor musculoesquelética
Dor lombar e ciática
A queixa mais comum de toda a medicina da dor. A maioria das lombalgias tem causa identificável e melhora sem cirurgia — desde que se descubra de onde a dor realmente vem.
Sintomas comuns
O que você costuma sentir.
- Dor na região baixa das costas, contínua ou em crises
- Rigidez ao levantar ou após ficar parado
- Dor que pode descer para o glúteo ou a perna
- Piora ao sentar, curvar ou carregar peso
Sintomas variam de paciente para paciente. Quadros sutis podem ser tão limitantes quanto os mais evidentes.
Como tratamos no ITC
A investigação recusa o diagnóstico genérico de "coluna desgastada": o gerador específico pode estar no disco, nas articulações facetárias, na musculatura ou em uma raiz nervosa. Exame clínico detalhado e ultrassonografia point-of-care — com imagem quando indicada — permitem essa precisão.
O tratamento segue em escalada, do menos ao mais invasivo: reabilitação e correção dos fatores mecânicos primeiro; bloqueios e procedimentos guiados por imagem quando há um gerador bem definido; radiofrequência para dores facetárias que retornam; ondas de choque ou laser de alta intensidade como apoio à recuperação do tecido.
A maior parte dos casos evolui bem em semanas, e o acompanhamento existe para evitar a recidiva — não só para apagar a crise. Sinais de alarme (déficit neurológico progressivo, dor que não cede a nada, alterações de esfíncter) direcionam o encaminhamento cirúrgico criterioso.
O que esperar do tratamento
Como conduzimos, passo a passo.
01
Investigação
Recusamos o diagnóstico genérico de “coluna desgastada” — procuramos o gerador específico da dor: disco, articulações facetárias, musculatura ou raiz nervosa. Exame clínico detalhado, ultrassonografia point-of-care e imagem quando indicada.
02
Tratamento em escalada
Reabilitação e correção de fatores mecânicos primeiro. Quando há gerador definido, bloqueios e infiltrações guiados por ultrassom (agulha fina, com anestesia local, ambulatorial). Radiofrequência para dores facetárias que retornam (agulha fina + anestesia local, ambulatorial). Ondas de choque e laser de alta intensidade como apoio (sem agulha, sem anestesia).
03
Acompanhamento e sinais de alarme
Maior parte evolui em semanas. Acompanhamento existe para evitar recidiva, não só apagar a crise. A maioria dos casos é conduzida sem opioide e sem cirurgia, mas raramente totalmente sem intervenção. Sinais de alarme — déficit neurológico progressivo, dor que não cede, alterações de esfíncter — direcionam ao encaminhamento cirúrgico criterioso.
Antes de qualquer procedimento
Investigação antes do tratamento.
A primeira consulta no ITC começa com anamnese aprofundada e exame físico orientado — guiado por ultrassonografia quando indicado.
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