Dr. Carlos Trindade

Dor crônica que persisteraramente foi investigada.

CRM-MG 45568 · RQE 24768/39342

Dr. Carlos Trindade, médico especialista em dor em Belo Horizonte

Trato dor porque, depois de mais de uma década atendendo pacientes que ninguém conseguia resolver, entendi uma coisa: a maioria das dores crônicas no Brasil é mal tratada não por falta de remédio, mas por falta de investigação.

O paciente que chega ao meu consultório geralmente já passou por 3, 5, 10 especialistas. Já tomou anti-inflamatório por anos. Já fez fisioterapia. Já considerou — ou fez — cirurgia. E ainda dói.

Não dói por acaso. Dói porque a causa nunca foi encontrada.

Dr. Carlos Trindade conduzindo exame ultrassonográfico guiado
Investigação guiada por ultrassonografia — uma das ferramentas centrais da prática certificada como CIPS.

Formação e titulações

Certificação internacional

Dupla certificação internacional em intervenção em dor

FIPP — Fellow of Interventional Pain Practice · CIPS — Certified Interventional Pain Sonologist. Ambas concedidas pelo World Institute of Pain.

  • Medicina — Faculdade de Medicina de Barbacena (FAME), 2007

  • Residência em Anestesiologia — Hospital das Clínicas da UFMG

  • Título Superior em Anestesiologia (TSA) — Sociedade Brasileira de Anestesiologia

  • Especialização em Cuidados ao Paciente com Dor — Hospital Sírio-Libanês (SP)

  • Especialização em Dor Crônica Intervencionista — Hospital das Clínicas USP-Ribeirão Preto

  • Mestrado em Ciências da Saúde Aplicadas ao Aparelho Locomotor — FMRP-USP

Atuação atual

  • Diretor Técnico — Instituto Trindade Castro

  • Coordenador de Medicina Intervencionista da Dor — Rede Mater Dei de Saúde

  • Coordenador da Especialização Clínica em Dor — Afya Educação Médica

  • Membro — Sociedade Brasileira de Médicos Intervencionistas em Dor (SOBRAMID)

O que me orienta

Três compromissos.

A medicina que faço se apoia em três compromissos que assumo com cada paciente.

  1. Honestidade na expectativa

    Não opero milagres. Não faço falsa promessa. Quando o resultado vai demorar, eu te aviso. Quando o caso tem limites, eu te conto.

  2. Comprometimento com o resultado

    Não prometo resultado. Prometo que vou esgotar todos os recursos científicos e tecnológicos disponíveis para chegar ao melhor desfecho possível no seu caso.

  3. O tempo que o caso pede

    Dor crônica não se entende com pressa. A consulta tem o tempo necessário para ouvir a história inteira, examinar com cuidado e pensar o plano — sem relógio no meio da conversa.

Próximo passo

Vamos conversar.

A secretaria ouve seu caso primeiro, antes de qualquer agendamento. Sem pressão, sem fórmula.